Histórias de Vida

06/01/2018 01:54

A enviada Beatriz, um relato mais que emocionante!

“Engravidei, já tinha dois filhos, tenho 33 anos, meu menor tem um ano e sete meses hoje, descobri praticamente quando ele ia completar um ano que estava grávida. Cheguei no Dr. João, falando pra ele: “Dr. João, será que o beta não pode estar  errado?”.  Aí ele falou assim pra mim: o beta nunca erra porque ele é um exame específico. Fiquei desesperada porque eu tenho um bebê praticamente, ia ter dois bebês em casa, né? Porque o menor, Murilo, apenas tinha completado um ano, foi um desespero. Mas o meu esposo ficou hiper,  mega feliz, foi o que mais me consolou, e ele falou assim também: “que Deus só dá para quem consegue arcar com aquele peso”, então foi outro consolo também.

Fiz todo meu pré  natal com Dr. João, acompanhamento, exames, tudo que ele pediu. Com 34 semanas a Beatriz ainda não tinha virado e aí começou a preocupação  porque eu sempre quis parto normal, porque meus outros dois foram partos normais, até pela questão de recuperação, bem estar, que é muito mais saudável, não é que é mais saudável, é melhor, tanto pra mulher quanto pro bebê. E aí foi onde a gente  começou acompanhar, ver se ele tinha virado e nada.

Aí dia 18 (de dezembro) foi o último ultrassom que o Dr. João pediu onde ainda constou que ela não tinha virado ainda, eu já estava de 37 semanas. E eu sempre falei para o Dr. João que eu nunca chego  a 40 semanas ou a mais de 38 porque pelo histórico dos dois partos meus, ganhei de 37 e cinco dias e a Beatriz foi de 34 e quatro dias. No dia 21 foi um dia muito especial e muito desesperador também, porque...

Acordei com calor, olhei para o meu esposo e ia pedir para ele ligar o ventilador, só que fiquei com dó dele, levantei, fui ao banheiro, fiz minhas necessidades, senti uma leve dorzinha na lombar. Falei, hum...pensei comigo, acho que vou desencadear o processo de trabalho de parto, aí deitei, liguei o ventilador, fiquei mais um pouquinho lá na cama. Meu esposo perguntou assim: “você está sem sono”? porque eu estava mexendo no celular. Falei: “não,  tô com calor”! e nisso minha barriga ficou bem dura, contraída, aí eu levantei, vim fazer chá, sentei, onde tive uma contração, falei:  é... vai desencadear o processo mesmo de trabalho de parto, nisso fiz ovos mexidos, conversei com meu esposo um pouquinho, aí fui tomar banho. Me arrumei, tudo, mandei mensagem pra Rose perguntando se o Dr. João ia estar no consultório, que horas, que nesse mesmo dia ia levar o exame pra  ele  da  ultrassom, que a Beatriz estava sentada. Aí me arrumei, tudo, né? Vim pra sala de novo, alguma coisa falou assim: vai olhar o Murilo, que é meu menino, ele estava acordado. Peguei ele, trouxe ele  pra cozinha, pra dar café da manhã.

Peguei ele, nisso eu tinha pegado um relógio, só que o relógio estava sem pilha pra começar a contar as contrações, ver se estavam efetivas. Arrumei o café da manhã dele, sentei, tive uma contração muito forte. Levantei, fiz aquela cara de dor, aquele gemido tipo hum... e o Murilo rindo de mim.  Aí eu sentei novamente pra dar o café da manhã pra ele, a bolsa estourou.

Nesse momento, levantei, peguei o celular, liguei para o Dr. João: “Dr. João, minha bolsa estourou, pra onde vou, vou pro hospital”? Que hora você sentiu a primeira dor? Aí eu falei: cinco e meia. Eu acho que ele deve ter feito os cálculos porque isso era umas sete e quinze, mais  ou  menos que eu liguei. “Não, eu tô saindo aqui da Femina, vamos lá pro consultório que eu vou te avaliar”. Neste momento eu liguei para o meu esposo, que ele tava correndo no Parque Tia Nair. “Amor,  vem  embora porque minha bolsa estourou”. Terminei de falar com ele, desliguei o celular, fui sentar novamente, veio uma contração muito forte, uma, aí veio a outra, a segunda contração, neste momento eu tirei o short, fiquei de quatro, porque eu  falei  tá nascendo, e realmente estava nascendo. A  Beatriz veio de parto normal, pélvico, em casa, meu esposo chegou dentro de acho que 20 minutos no máximo.  É... a Beatriz já tinha uma perninha pra fora, ele ficou meio desesperado, onde eu pedi pra ele não puxar o bebê, apenas segurar que eu pedi ajuda pra ele, conseguimos fazer com que ela viesse ao mundo com toda saúde e todo bem estar, mas isso não foi mérito nosso, foi apenas que a gente teve auxílio muito grande espiritual, Deus estava conosco e tenho que agradecer todos os dias pelo auxílio e a proteção que tivemos e agradecer ao Dr. João também porque após o nascimento, ligamos pra ele, perguntando e agora Dr. João, o que fazer, não deu tempo de ir pro hospital, ela nasceu. Aí ele orientou meu esposo como cortava o cordão, aí depois disso, cortou, colocou ela no meu colo, ela chorou, aí fomos lá pra Femina pra  retirar placenta, ver os cuidados que precisava ter, né, até pra avaliar ela” - Kacia Ramos Rezende Dorileo (relato enviado em 4 de janeiro de 2018, a Beatriz nasceu dia 21 de dezembro)

E agora a família está mais feliz que nunca, mamãe Kacia, seus três garotos (incluindo o maridão)  e a companheira Beatriz, que chegou ao mundo dando uma lição inesquecível de coragem, determinação e Fé.


T tulo fixo
T tulo fixo
T tulo fixo

Endereço

Rua Alberto Velho Moreira, 220
Bandeirantes
Cuiabá / MT

Telefones

65 3623-9135
65 99681-9135

Atendimento Imprensa

65 99972-8268

T tulo fixo
vers�o Normal Vers�o Normal Painel Administrativo Painel Administrativo